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Salvador,03/04/2026

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SESAB destaca queda histórica nos casos de dengue na Bahia em 2025

Dengue, chikungunya e zika apresentam reduções expressivas, com destaque para a diminuição de óbitos e o fim de municípios em situação epidêmica


SESAB destaca queda histórica nos casos de dengue na Bahia em 2025 Mosquito Aedes aegypti / Pexels

A Bahia registrou uma redução expressiva nos casos de arboviroses em 2025, quando comparado ao mesmo período de 2024. Os casos prováveis de dengue no estado apresentaram queda de 86%, refletindo um dos cenários mais positivos dos últimos anos no enfrentamento às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.


Em relação à chikungunya, a redução foi de 84,7% em comparação ao ano anterior. Já os indicadores de zika também apresentaram decréscimo significativo, com queda de 74,4% dos casos. Outro dado relevante é que, em 2025, nenhum município baiano se encontra em situação de epidemia, enquanto em 2024 esse número chegava a seis.


Os óbitos por dengue também tiveram uma redução histórica. Em 2025, foram confirmadas 14 mortes pela doença, contra 182 no mesmo período de 2024, o que representa uma diminuição de 92,3%. Os números reforçam a efetividade das ações adotadas no estado ao longo do último ano.


Para alcançar esses resultados, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), atuou em parceria com os municípios no combate ao mosquito transmissor. Foram investidos cerca de R$ 32 milhões na aquisição de equipamentos, veículos para aplicação de fumacê (UBV pesado), kits para agentes de combate às endemias, além de insumos estratégicos, medicamentos, materiais de prevenção e campanhas educativas.


Apesar do cenário positivo, as autoridades reforçam que as medidas de prevenção devem continuar. A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, destacou a importância da atuação conjunta entre os governos federal, estadual e municipal, enquanto a diretora de Vigilância Epidemiológica, Márcia São Pedro, alertou para a necessidade de eliminar criadouros e lembrou que há vacinas disponíveis para adolescentes de 10 a 14 anos.




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